A norma americana
sobre programas de prevenção em Ergonomia, obrigatória desde 16
de janeiro nos EUA, foi suspensa. Publicada em novembro do ano
passado pelo órgão oficial do governo norte-americano para normas
ocupacionais, o OSHA (Occupational Safety and Health Administration),
foi elaborada a partir das opiniões de cerca de 1 mil pessoas,
compiladas em 50 páginas. O governo dos EUA resolveu tomar esta
decisão no último dia 20 de março, publicando suas resoluções
sobre o assunto. Segundo a Ministra do Trabalho do pais, a
implementação desta norma deve ser objeto de discussão em uma
amplitude maior, abrangendo sua repercussão em termos de custo para
a pequena e média empresa. Ela disse ainda, em reunião do
Congresso, que deve existir um programa de prevenção, de pesquisa
científica, ou seja, uma cooperação entre OSEA e empregadores, de
forma que esta norma torne-se mais flexível. Ou seja, o grande
objetivo é que ela não seja única como é hoje, de forma que
atenda todas as empresas, de acordo com o seu tamanho e segmento. O
presidente dos EUA, ao assinar a resolução que suspendeu a norma,
deixou claro que a análise dos problemas ergonômicos e suas
preocupações devem ser incluídas em suas prioridades
governamentais. Ele enfatiza que o trabalho de reestudo da norma será
feito pelo governo, em conjunto com o Congresso, comunidade
empresarial e trabalhadores, a fim de se encontrar uma solução.
Fonte: Revista
Proteção Junho/2001